Há muito, mais muito tempo atrás, em uma galáxia bem distante, existia uma banda chamada Galiléus, essa banda se separou e as amizades se desfizeram, porém ficou o espólio desse grande trabalho, desse mistério e dessa magia.
Essas acordes, essas lembranças foram o que ficou o que restaram dessa grande saga epopéia, de quatro garotos que um dia ousaram sonhar.
Desse trabalho destaca – se três músicas inéditas: SÓ VOCÊ, (de autoria de Djalma / Sebá) MEIO SEM JEITO (de autoria de Celso / Sebá) e QUASE SEM QUERER (de autoria de Djalma / Sebá).
Aqueles tempos foram tempos que não passaram em nossa memória. Quanta cumplicidade, quantos segredos bobos, guardado a sete chaves, que hoje se revelados ninguém mais quer saber.
Achávamos que éramos heróis da resistência, que o bem, sempre prevalecia e triunfava contra o mau existente no mundo.
Era o tempo da inocência. Tempo que éramos o rei, o juiz, o bedel. Se às vezes nos sentíamos derrotados, logo aparecia um sorriso no rosto.
Foi o tempo em que o tempo não se esquece. Que as reflexões eram vozes roucas de se ouvir quer desejamos queríamos as pessoas do jeito em que queríamos. A vida era mais simples, mais colorida, mais completa.
São eternamente lembranças, aonde as noites iam clareando aos poucos, nossas vida caudalosa .Hoje só resta nosso orgulho maldito, que tanto, mais tanto nos faz lembrar, reviver, chorar e sofrer.
Por Jornalista: Djalmo(a) Marques MTB/DF

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