Falar em festa junina na comunidade, principalmente nos bairros mais afastada do centro da cidade.
Onde as comunidades são formadas de retirantes nordestinos é falar de tempo de reencontro com a sua cultura tradicional rural.
Tempo de reencontro de amigos, de lembrar a infância, juventude, e nos tempos que parentes ainda era peregrino nessa estrada da vida.
Tempo de Barraquinha, balão, quermesse, quentão, canjica, curau de milho, pamonha, milho verde, milho cozido, milho assado, maçãs do amor, Correio do amor, Cadeia do amor….
Sem falar das brincadeiras com os conhecidos, colegas e com os amigos.
Pena que essa geração está indo embora!
Os tempos modernos estão acabando com as tradições.
Nas quermesses e festas juninas nas igrejas de bairros não são diferente…
Não há mais noivas nos arraias, casórios, e quadrilhas juninas.
Vozes com: Luiz Gonzaga, Dominguinhos, Sivulca, Elba Ramalho, Amelinha e outros músicos.
Isso existe, apenas nas lembranças saudosa, de alguns participante da velha ala, da Igreja Católica Romana.






