Nesse momento, se passado várias décadas, com um copo e uma garrafa de velho whisky americano, ao som da Banda Scorpions – “ Always somewhere…” puxo as minhas velhas e empoeiradas lembrança:
Amargurada
Já rasgadas pelo os tempos,
Já cansadas pela a vida,
Já fustigada
Renegadas pelo destino
Embaralhada pelo os desígnios das estradas da vida
Talvez seja a crise dos 40, com aproximação dos 50, no meio de um ciclo de uma vida, ou quase lá. As lembranças, recordações e o sabor amargo das escolhas, ou muitas vezes, o peso da covardia, da não escolha, da indecisão.
Ser humano, não é para qualquer um, não é fácil. Analisar sua vida talvez seja o maior peso suportável na vida, pois você pode enganar a todo mundo, mais jamais poderá enganar sua consciência, seu julgamento suas lembranças e a si mesmo.
Lembrança de uma época, em que a vida era mais simples, mais leve e que ainda tinha brilho… A juventude era uma constante, o futuro pela a frente, à vitória uma certeza, apenas separada pelo tempo.
Os ombros mais leves, ainda não existiam peso e a preocupação. O livro da vida ainda estava nas páginas iniciais, sendo escrito.
Não existia: dor, saudade, macula e solidão.
A vida ainda era um encontro, não um desencontro e uma ilusão.
Os nossos sonhos de juventude são assim, eles nos consome com o passar dos anos, talvez pela frustração de não ter-lo realização no decorrer da vida.
A certeza de não pode agora, no meio da jornada, mudar o rumo, o curso e saber-lo que jamais poderá realizar-lo.
Essa é a derrota!
Essa é a dor!
Essa e a desilusão!
VOCABULÁRIO
Desígnio – idéia de realizar algo; intenção, propósito, vontade.
Desilusão – perda da esperança; descrença, sentimento de tristeza, frustração; desapontamento, decepção.

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