Falar de filantropia no país é ficar dialogando sozinho, pois esse movimento no Brasil infelizmente não avança, seja na política, na sociedade, no regime tributário e no Poder Executivo e no Congresso Nacional.
Em outras nações desenvolvidas como os Estados Unidos da América e na Austrália, essa palavra é levada a sério. Filantropia pode ser entendida com: Amor ao ser humano ou amor há humanidade, pois é um mecanismo, que pode acelerar o desenvolvimento da sociedade.
A filantropia é uma ação necessária para equilibrar a economia de um país e reduzir desigualdades sociais. Dar oportunidade as pessoas menos favorecidas, mas que tem um potencial intelectual invejável.
É importante diferenciar filantropia de assistencialismo, pois estes são dois movimentos estritamente diferentes, pois ambas estão ligado ao ato de auxiliar e de fazer o bem ao próximo, mas há grandes diferenças.
A filantropia apresenta uma preocupação em erradicar as causas das desigualdades, enquanto o assistencialismo está mais relacionado a ações paliativas para lidar com esses problemas, sem buscar soluções ou reformas estruturais mais profundas.
Em outras palavras um exemplo prático, seria usar um morador de uma cidade que necessita de alimentos diário, se dermos uma cesta básica para sua subsistência desse estaremos resolvendo o problema realmente?
O grande problema desta ação de assistencialismo é que o alimento vai acabar, visto que a cesta básica é limitada, e o cidadão vai continua com o problema, de não haver alimentos diários.
Perguntamos como resolver. A solução seria dar mais cestas básicas e quando essa acabar, socorrer eternamente. Os que concordam com isso temos o chamado assistencialismo. Já os que não concorda temos a problemática.
O que fazer?
Já se esse mesmo morador que precisa de cesta básica, dermos uma oportunidade dele aprender a se manter com um oficio, com a força do trabalho, para que com seu recurso, esse possa comprar seus próprios alimentos e ter sua dignidade humana, isso chama-se filantropia. Ajundando no problema do outro individuo, e solucionando este de uma fez por todo.
O Brasil hoje ocupa a 68ª posição no ranking global de filantropia. A pergunta vem agora. Por que não ensinar filantropia nas escolas, assim como empreendorismo, finança pessoal e familiar?
Resposta. Falta vontade de resolver os problemas e falta cultura de doação e os incentivos tributários – uma vez que o Brasil é uma das poucas nações que tributam doações. Isto mesmo, há uma tributação quando você tenta ajudar outra pessoa! Ao contrário de países como os Estados Unidos, que estão no topo do ranking, e onde há educação para a filantropia já no período escolar,
Brasil, além de não estimular as doações, especialmente de pessoas físicas, é um dos poucos países em que há punição para quem faz doação. Aqui existe, por exemplo, o Imposto de Transmissão de Causa Mortis e Doação (ITCMD), tributo estadual que costuma levar até 5% do valor das doações.
Vemos que mesmo assim o país na pessoa de seus cidadãos fazem sua parte e doam financeiramente R$ 5 bilhões ao ano.
A filantropia pode ajudar o país em diversas áreas como: Educação ( Escolas, Colégios,Centro de Estudos, Faculdades e Universidades) Ciências (Laboratórios de Pesquisas, Estudos Científicos) Empreendorismo (laboratórios e empresas incubadoras)Medicinas ( Clinicas Médicas, Postos de Saúde, Hospitais)
Vamos pensa em uma instituição de Ensino Superior voltadas a pessoas pobres (homens, mulheres, negros, brancos de qualquer raça cor e etnia social) que sejam muito inteligentes, e que não teria recursos financeiros para bancar seus estudos, fora dessa instituição filantrópica.
Digamos que haveria 03 mecanismo (Tripé financeiro ) de financiamento a instituição:
1 – Que receberia doação da sociedade de forma direta a instituição filantrópica.
2 – Geração própria de recursos financeiros a instituição tais como: aluguel de cantina, restaurante, estacionamento, multas da devolução de livros a biblioteca, oficinas de pesquisas voltadas a empresas, assessoria empresarial a empresas em vários campos das ciências, e outros serviços que a instituição pudesse gerar recurso para investir na sua manutenção, custeio próprio, realização de projetos a gerarem recursos financeiros e para geração de novos recursos financeiros. De modo ao seu equilíbrio e manutenção.
3 – Doação voluntaria de ex-alunos, retorno dos recursos utilizados por ex-aluno assistido pela instituição, e o comprometimento desses alunos depois de formados, se comprometerem em financiar mais 02 (dois) alunos, para que esse movimento, essa corrente do bem, possa se multiplicar e pudesse dobrar a cada formação de uma turma de estudantes, que tiveram a oportunidade, capacidade de formar mais dois alunos do curso por ele realizado.
Veja os benefícios que essa instituição poderia trazer a sociedade.






